De norte a sul do país, os professores do 1.º ciclo, enquadrados pelos respectivos agrupamentos, integraram o Magalhães no trabalho realizado nas diversas áreas curriculares, utilizando o computador enquanto ferramenta para desenvolver novas competências nos alunos.
Na Escola EB1 de Cepa, do Agrupamento de Escolas de Castelo de Paiva, a professora Graça Sousa recorreu ao Magalhães para explorar a área da Língua Portuguesa com os alunos do 1.º ano, privilegiando a escrita e a criatividade, através do Photo Story. Para diversificar as estratégias de trabalho, passou a utilizar o computador nos tempos de Estudo Acompanhado e de Apoio ao Estudo, tirando partido da natural apetência das crianças pelas novas tecnologias.
Na Escola EB1/JI Quinta da Seara, do Agrupamento Domingos Capela, a Plataforma Camões permite a interligação entre alunos e professores através dos computadores Magalhães e dos quadros interactivos existentes em todas as salas de aula. A professora Susana Couto trabalha, de forma entusiasta, com os alunos do 2.º ano, apostando nas novas ferramentas tecnológicas para aprofundar as várias áreas curriculares, nomeadamente a Matemática.
O Projecto Teclar ligou duas gerações, a dos alunos do 1.º ano da Escola EB1 da Cruz da Areia, do Agrupamento de Escolas José Saraiva, e a dos adultos da geração mais velha, que se deslocam uma vez por semana à escola do 1.º ciclo para trabalharem no Magalhães a quatro mãos com as crianças. A professora Conceição Coelho reconhece que, neste ano lectivo, a existência do Magalhães veio facilitar o trabalho, já iniciado no ano anterior, ao permitir que “cada criança tenha acesso ao seu computador de forma simples e prática”.
No Agrupamento de Escolas de Rio de Mouro Padre Alberto Neto, o Magalhães chegou às diversas escolas do 1.º ciclo, abrindo novas possibilidades de trabalho aos alunos dos diferentes anos de escolaridade. Para os alunos do 4.º ano de uma turma de Percursos Curriculares Alternativos, o entusiasmo com as novas tecnologias foi determinante para aumentar a motivação pelas aprendizagens, enquanto as crianças do 1.º ano aprenderam a dar os primeiros passos no PowerPoint.
O trabalho a pares com os colegas é facilitado pela existência do Magalhães, através do qual os alunos do 4.º ano investem no aperfeiçoamento dos textos, contando com o apoio atento do professor Acácio Carreira. Na Escola EB1 Silva Porto, o Excel e o PowerPoint foram outras das ferramentas utilizadas para organizar dados estatísticos recolhidos e para realizar trabalhos sobre as diversas etnias.
Na Escola EB1/JI n.º 1 do Monte de Caparica, do Agrupamento de Escolas do Monte de Caparica, os alunos, familiarizados com as novas tecnologias, têm uma página na Internet e participam num blogue intitulado “Turma d’os Feiticeiros”, que actualizam regularmente.
“Ligar Foros do Trapo” é o nome do projecto desenvolvido na Escola EB1 de Foros do Trapo, do Agrupamento de Pegões, Canha e Santo Isidro, que procura aproximar os pais da escola. As novas tecnologias permitem às famílias dialogar com o professor João Grácio sobre as aprendizagens e o comportamento das crianças, acompanhar o trabalho realizado na sala de aula, bem como comentar e sugerir actividades educativas.
Para dar apoio às famílias, para muitas das quais o Magalhães foi o primeiro computador a entrar em casa, o Agrupamento de Escolas de Vila Viçosa investiu na realização de reuniões de pais, criou um gabinete de atendimento por telefone e correio electrónico, ao mesmo tempo que disponibilizou as respostas às questões mais frequentes na respectiva página.
A contratação de um professor, por oferta de escola, para dar apoio ao trabalho pedagógico realizado com o Magalhães foi a resposta encontrada pelo Agrupamento de Escolas de Portel para assegurar a utilização dos computadores em todas as salas de aula e para garantir a formação de todos os professores do 1.º ciclo, essencial para dar continuidade ao trabalho com as TIC.
Também o Agrupamento de Escolas Nuno Mergulhão optou por destacar um professor com formação específica, Olavo Rodrigues, para trabalhar com as novas tecnologias, acompanhando os alunos dos 3.º e 4.º anos na realização dos projectos em curso e auxiliando, neste domínio, os professores titulares de turma, tal como aconteceu na Escola EB1/JI Coca-Maravilhas.
São dez casos de professores e de escolas que, neste ano lectivo, à semelhança de muitos outros professores e muitas outras escolas, apostaram nas novas tecnologias, recorrendo ao Magalhães, para prepararem os seus alunos para o mundo actual, incidindo sobre os conhecimentos previstos no currículo.

